domingo, 9 de maio de 2010

O Velho e o Mar



Este livro relata ahistóri na corrente do Golfe , já muito tempo que não pescao Santiago, que pescava nume de um velho chamado Santiago, que pescava num esquife na corrente do Golfe , já muito tempo que não pescava um peixe. Os seus colegas gozavam-no e este decide partir para o alto mar em busca de um peixe, para lhes provar que é capaz.

Enfrenta uma grande batalha , mas vence. A moral é que apesar da idade do velho este era um bom pescador. tempo que não pescava um peixe. Os seus colegas gozavam-no e este decide partir para o alto mar em busca de um peixe, para lhes provar que é capaz.
Enfrenta uma grande batalha , mas vence. A moral é que apesar da idade do velho Este livro relata a história de um velho chamado Santiago, que pescava num esquife na corrente do Golfe , já muito tempo que não pescava um peixe. Os seus colegas gozavam-no e este decide partir para o alto mar em busca de um peixe, para lhes provar que é capaz.
Enfrenta uma grande batalha , mas vence. A moral é que apesar da idade do velho este era um bom pescador. era um bom pescador.
em busca de um peixe, para lhes provar que é capaz.

Enfrenta uma grande batalha , mas vence. A moral é que apesar da idade do velho este era um bom pescador.

Livros Interessantes




O Principezinho, de Antoine De Saint-Exupéry é para mim um livro muito especial.

Foi-me oferecido quando fiz catorze anos pela minha madrinha.

Pois é daquelas obras que gostei imenso.

Esta obra é um diálogo entre o narrador e o principezinho. O narrador é um piloto que se despenhou no deserto do Sahara e fica a viver lá e conhece um extraterrestre, uma criança que é príncipe. A primeira coisa que este pede ao piloto é para lhe desenhar uma ovelha, e a partir daí desenrola-se uma bonita história. O principezinho fala das sua origens e viagem, nomeadamente os planetas e as pessoas que conheceu. Antes de regressar para o seu asteróide foi à terra. Aqui aprendeu o significado da palavra “cativar” com uma raposa. Para trás deixou um piloto e uma raposa cativados, pois no seu asteróide tinha uma flor muito vaidosa.


Este livro relata a história de um velho chamado Santiago, que pescava num esquife na corrente do Golfe , já muito tempo que não Este livro relata a história de um velho chamado Santiago, que pescava num esquife na corrente do Golfe , já muito tempo que não pescava um peixe. Os seus colegas gozavam-no e este decide partir para o alto mar em busca de um peixe, para lhes provar que é capaz.

Enfrenta uma grande batalha , mas vence. A moral é que apesar da idade do velho este era um bom pescador. um peixe. Os seus colegas Este livro relata a história de um velho chamado Santiago, que pescava num esquife na corrente do Golfe , já muito tempo que não pescava um peixe. Os seus colegas gozavam-no e este decide partir para o alto mar em busca de um peixe, para lhes provar que é capaz.
Enfrenta uma grande batalha , mas vence. A moral é que apesar da idade do velho este era um bom pescador.-no e este decide partir para o alto mar em busca de um peixe, para lhes provar que é capaz.


Enfrenta uma grande batalha , mas vence. A moral é que apesar da idade do velho este era um pescador.


Metodologia de Projecto

A Metodologia de Projecto decorre em quatro etapas fundamentais para um educador. O projecto permite dar coerência e sentido às actividades planeadas.
A primeira fase do projecto é o diagnóstico, é um estudo prévio da situação. Faz-se a recolha de
dados através das técnicas de investigação (inquérito, entrevista, questionário) onde se procede à caracterização do meio, instituição e público-alvo. É a fundamentação teórica do problema que vamos realizar. As perguntas são: quem, para quem e porquê.
A segunda fase é a planificação que surge como resposta às necessidades encontradas, os objectivos gerais e específicos, as metas, as actividades, os recursos, o tempo (cronograma) e planificar a avaliação. As perguntas são: para quê, a partir de quê e com quê.

A terceira fase é a execução, na qual se comparam as diferentes hipóteses levantadas na planificação, para optarmos a que melhor se adequa à nossa investigação, para se partir para a realização do projecto. As perguntas são: como e quando.

A quarta fase, a avaliação é planificada através de três questões, o tipo de avaliação, qual a metodologia e o que vou avaliar. Os tipos de avaliação assentam em dois critérios, quem faz? Auto avaliação – responsável pelo projecto. Quando? Avaliação interna (equipa da instituição extra ao projecto) e Avaliação externa (outra instituição ou empresa de consultoria) Ex-ante ou diagnóstico, Durante on-going, Ex-Post ou Final.

(Sebenta de Educação e Intervenção Social: Modelos e Práticas)


sábado, 8 de maio de 2010

EDUCAÇÃO INFORMAL

"1. Processo de aprendizagem contínuo e incidental que se realiza fora do esquema formal e não-formal de ensino. 2. Tipo de educação que recebe cada indivíduo durante toda sua vida ao adotar atitudes, aceitar valores e adquirir conhecimentos e habilidades da vida diária e das influências do meio que o rodeia, como a família, a vizinhança, o trabalho, os esportes, a biblioteca, os jornais, a rua, o rádio, etc. 3. Processo educativo assistemático que ocorre em meio à família, ao ambiente de trabalho, a partir da mídia, em espaços de lazer, entre outros, e resulta no desenvolvimento de conhecimentos e valores. (Fontes em educação, O que é...? COMPED, 2001) 4. Educação informal abrange todas as possibilidades educativas, no decurso da vida do indivíduo, construindo um processo permanente e não organizado... (Caro, Sueli M. Pessanho. Educador social: proposta... Tese. PUCCAMP, Campinas, 2003; pg. 26)"

Intervenção do Educador Sócioprofissional

O Educador Social é um profissional culto e actuante capaz de, profissionalmente, ajudar pessoas ou grupos com dificuldades presentes e potenciais para a colaboração da sua construção autónoma e, assim, partilhar e diversificar os sentidos dos actos e dos projectos (Carvalho e Baptista, 2004, p. 90). O papel deste é despertar os interesses dos indivíduos e de os satisfazer, sugerir e explorar os centros de interesses.

“ O maior bem que podemos fazer aos outros não consiste em lhe dar a nossa riqueza, mas em fazer com que descubram a sua” (Lavelle, 1981, cit. Veiga, 1981, p.19). Segundo Veiga, a personalidade do educador deve ser positiva, jovial, segura e tranquila, tornando-se simpatizante, respeitada, transmitindo confiança e segurança através do exercício da sua responsabilidade e do reconhecimento dos seus próprios enganos (Veiga, 1981, p.18).

Cabe à Educação Social ajudar a cumprir a humanidade da capacidade de dominar o seu próprio desenvolvimento (Delors, 1996). Esta deve ser um lugar de “encontro” entre a intervenção educativa, social e cultural. “ O Educador Social surge-nos assim como um actor e mediador social, um profissional da condição humana preparado para apoiar pessoas, ou grupos, com dificuldades (sociais, culturais, educativas) na concretização das suas aspirações e realizações pessoais”.

Tendo em conta o papel do Educador Social nas escolas, que intervém em vários problemas, no caso concreto do insucesso escolar, ajuda a proporcionar nas actividades da sua preferência, despertando nestes uma melhor motivação para outras actividades. Assim, vários intervenientes contribuem para tal motivação, a família, a escola e a comunidade. Com o objectivo de motivar para a realização escolar, insere-se o tema que escolhi. Para combater o problema referido, podemos desenvolver planos de formação, dirigidos à comunidade educativa.

Nós temos uma posição privilegiada, porque podemos desenvolver uma acção educativa em parceria com os educadores professores, ligando a educação escolar com a educação social.

As funções que o educador pode desenvolver numa instituição são: elaborar projectos educativos adaptados a cada pessoa ou grupo com o qual se trabalha, promover actividades co – participadas com os usuários desses serviços, estudar programas educativos de integração social, envolver também as famílias das pessoas atendidas, supervisionar e avaliar os objectivos alcançados, trabalhar com a equipe da própria instituição e integrar-se com equipes externas e multidisciplinares, coordenar actividades com outras instituições que ofereçam serviços similares, participar em projectos comunitários locais, federais, europeus e internacionais (Romans, Petrus, Trilla, 2003).

  • CARVALHO, Adalberto; BAPTISTA, Isabel – Educação Social - Fundamentos e Estratégias, Porto: Porto Editora, Colecção Educação e Trabalho Social, 2004, (p.90).

  • ROMANS, Mercè; PETRUS, Antoni; Trilla, Jaume – Profissão: Educador Social, Porto Alegre: Artmed, 2003, (pp. 118, 119).

  • VEIGA, Américo – A Educação Hoje, Porto: Perpétuo Socorro, 2ª Edição, Obras Básicas / 1, 1981, (p.18,19).

EDUCAÇÃO FORMAL

"1. Várias formas de ensino regular. 2. Educação oferecida pelos sistemas formais de ensino em escolas, faculdades, universidades e outras instituições, que geralmente se constitui numa ""escada"" contínua de ensino em tempo integral para crianças e jovens, tendo início, em geral, na idade de cinco, seis ou sete anos e continuando até os 20 ou 25. Nos níveis superiores dessa escala, os programas podem ser constituídos de alternância de ensino e trabalho. (cf.CIE 1997, UNESCO) 3. Tipo de educação ministrada numa seqüência regular de períodos letivos, com progressão hierárquica estabelecida de um nível a outro, compreendendo desde o nível pré-escolar até o nível superior universitário e orientado até a obtenção de certificados, graus acadêmicos ou títulos profissionais, reconhecidos oficialmente. 4. Educação oferecida em instituições educacionais formais, públicas ou privadas que normalmente se constitui em uma progressão de educação a tempo completo e corresponde às diferentes etapas em que se encontra estruturado o processo educativo, que asseguram sua unidade e facilitam a continuidade do mesmo. Sua finalidade é a aquisição de conhecimentos gerais e o desenvolvimento das capacidades mentais básicas. (cf. DB- Mercosul). 5. Educação sistemática, em geral proporcionada em escolas ou outras instituições, dentro do sistema educacional. É estruturada em séries, progressivamente mais complexas ou especializadas. (DUARTE,S.G. DBE, 1986) 6. Programa sistemático e planejado, que ocorre durante um período contínuo e predeterminado de tempo e segue normas e diretrizes determinadas pelo governo federal. É oferecida por escolas regulares, centros de formação técnica e tecnológicas e sistemas nacionais de aprendizagem. Resulta em formação escolar e profissional. (Fontes em educação, O que é...? COMPED, 2001) 7. Sistema formal de ensino constituído pelo ensino regular oferecido por instituições públicas e privadas, nos diferentes níveis da educação brasileira: educação básica e educação superior. (cf. UFMG, 2003)"

EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL

"1. Atividades ou programas organizados fora do sistema regular de ensino, com objetivos educacionais bem definidos. 2. Qualquer atividade educacional organizada e estruturada que não corresponda exatamente à definição de ""educação formal"". 3. Processos de formação que acontecem fora do sistema de ensino (das escolas às universidades). 5. Tipo de educação ministrada sem se ater a uma seqüência gradual, não leva a graus nem títulos e se realiza fora do sistema de Educação Formal e em forma complementar. 6. Programa sistemático e planejado que ocorre durante um período contínuo e predeterminado de tempo. Notas: 1. A educação não-formal pode ocorrer dentro de instituições educacionais, ou fora delas, e pode atender a pessoas de todas as idades. 2. Dependendo dos contextos nacionais, pode compreender programas educacionais que ofereçam alfabetização de adultos, educação básica para crianças fora da escola, competências para a vida ¿life ¿ skills¿, competências para o trabalho e cultura em geral. 3. Os programas de educação não-formal não precisam necessariamente seguir o sistema de ""escada"", podem ter duração variável, e podem,ou não, conceder certificados da aprendizagem obtida. (cf. CINE 1997, UNESCO) 4. Por ser mais flexível, não segue necessariamente todas as normas e diretrizes estabelecidas pelo governo federal. É geralmente oferecida por instituições sociais governamentais e não-governamentais e resulta em formação para valores, para o trabalho e para a cidadania. (Fontes em educação. Comped, 2001)"

  • http://www.inep.gov.br